KRISÁLIDA AKOLHE

KAAMinho – Krisálida Acolhe no Alto Minho

Programa de acolhimento de companhias teatrais nacionais e internacionais – parceiros que partilham das mesmas preocupações artísticas; estruturas cujo trabalho nos pareça artística e esteticamente relevante; para melhor conhecer o trabalho de várias estruturas de criação; conhecer e dar a conhecer o trabalho artístico feito pelos nossos pares.

Espetáculo: Desumanização
Companhia: Art’Imagem
Data: 17 de setembro de 2022
Local: Valadares, Teatro Municipal de Caminha

Duração Aproximada: 70 minutos
Classificação Etária: M/14

 

Sinopse:

“Desumanização” é uma versão cénica do romance “A Desumanização”, do consagrado escritor português Valter Hugo Mãe, prémio literário José Saramago, numa dramaturgia de José Pedro Pereira, com direção e encenação de José Leitão, fundador e diretor da companhia. Esta é uma história de perda, luto e superação que nos faz questionar acerca dos limites (ou sua transgressão) da humanidade. Numa pequena aldeia abafada pela monumentalidade dos fiordes islandeses, Halldora surge em cena a partir da boca de Deus para nos contar como foi lidar com a morte de Sigridur, sua irmã gémea. Como preencher a metade que se perdeu? Como viver pelas duas? Como ocupar o outro lado do espelho? Halldora diz-nos que “O mundo mostrava a beleza, mas só sabia produzir o horror”. “Desumanização” é Gelo, Terra e Fogo; é o “corpo inteiro da Islândia”. Esta obra é, segundo o autor, um autêntico cântico de amor à Islândia. A encenação, tal como a obra, vai à Islândia buscar referências para a sua ficção teatral, num olhar “estrangeiro” sobre um país e suas gentes e numa visão artística que confronta os vários olhares de que é feita a vida, entre o real e imaginário.

 

Ficha Artística:

Texto: Valter Hugo Mãe
Dramaturgia: Zé Pedro
Direção e Encenação: José Leitão
Assistência de Encenação e Interpretação: Daniela Pêgo
Direção Musical: André Barros
Figurino: Cláudia Ribeiro
Assistente de Figurinos: Joana Araújo
Costureira: Marlene Rodrigues
Desenho de Luz e Sonoplastia: André Rabaça
Espaço Cénico: José Leitão e José Lopes
Produção: Sofia Leal
Apoio Fundo Teatral/ C.M.Maia: Micaela Barbosa
Ilustração do Cartaz: Rita Castro
Design Gráfico: Tiago Dias
Fotografia: Nuno Ribeiro
Vídeo Promocional: André Rabaça

Espetáculo: Máquina de Encarnar
Companhia: ASTA – Teatro e Outras Artes
Data: 24 de setembro de 2022
Local: Cineteatro dos Bombeiros Voluntários de Vila Praia de Âncora

Duração Aproximada: 70 minutos
Classificação Etária: M/16

 

Sinopse:

MÁQUINA DE ENCARNAR é um espetáculo performativo de ato único que explora o paradoxo e a violência das relações entre os seres humanos. É uma MÁQUINA que quer transformar um ato teatral passivo numa manifestação artística de alerta! Uma luta num espaço fechado, desonesta, onde a vítima já está escolhida.
Assumimos esta proposta artística consciente de que o teatro tem de desempenhar um papel ativo na luta contra a violência, seja ela qual for. Que deve acrescentar o seu olhar sensível e a sua voz amplificada a esta luta. Pensamos que é possível através do teatro e da arte, criar novas formas de reflexão, de ação, alternativas aos discursos de domínio patriarcal. A arte deve encarnar novas possibilidades de representação de género, que sirva de resistência e empoderamento, que permitam a todas as pessoas construir uma nova história. A sua.
Quatro intérpretes e dois músicos assumem um lado da história. Do outro lado, filas de cadeiras numeradas esperam por espetadores, para um ato teatral que os faça vibrar. A MÁQUINA DE ENCARNAR está pronta, mas os atos mais profundos de ação e resistência começam quando o espetáculo termina. 

 

Ficha Artística:

Encenação: Marco Ferreira
Assistência de Encenação: Adriana Pais
Produção: ASTA
Apoio Cénico: Marta Marques
Texto: Coletivo
Interpretação: Edmilsoon Gomes, Carmo Teixeira, Marina Schneider, Sérgio Novo
Músicos: Renato Gonçalves e Telmo Moura
Composição Musical: Ritmo Estúdio
Desenho de Luz: Marco Ferreira
Operação Técnica: Bruno Esteves
Assistência Técnica: João Cantador
Figurinos: Inês Santos
Design Gráfico: Joana Mundana
Fotografia: Telmo Moura e Amanda Triano
Produção executiva e comunicação: Rui Pires
Assistente de produção e comunicação: Helena Ribeiro

Espetáculo: Corpsing
Companhia: Teatro das Beiras
Data: 8 de outubro de 2022
Local: Cineteatro dos Bombeiros Voluntários de Vila Praia de Âncora

Duração Aproximada: 90 minutos
Classificação Etária: M/12

 

Sinopse:

CORPSING (1996), é nome genérico do espetáculo que inclui um conjunto de quatro curtas peças num ato: O humor ajuda; À espera de um autocarro; Exercícios de representação e Últimas cenas.
Um jogo meta-teatral ancorado no contraste dos opostos que simultaneamente combinam “o absurdamente trágico e o tragicamente absurdo”.

 

Ficha Artística:

De: Peter Barnes
Tradução: Susana Gouveia
Encenação: Gil Salgueiro Nave
Cenografia, figurinos e cartaz: Luís Mouro
Canção e sonoplastia: Helder Filipe Gonçalves
Desenho de Luz: Fernando Sena
Interpretação: Sílvia Morais, Tiago Moreira e Victor Santos
Operação de luz e som: Hâmbar de Sousa
Produção: Celina Gonçalves
Vídeo promocional e fotografias: Ovelha Elétrica

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